Os condenados de shawshank

     Este filme retracta a história de um homem que foi injustamente condenado à prisão perpétua por um crime que não cometeu. Na recepção à prisão, o chefe da prisão cita as duas coisas em que acredita: “Disciplina e na Bíblia”, sendo que mais tarde refere mesmo que única coisa que pode salvar o homem condenado é a própria bíblia. Durante a sua estadia n prisão este homem – contabilista de profissão – começa a tratar da contabilidade do chefe da prisão. Arranja uma personagem fictícia e através dos “furos” da lei permite que ele enriquecesse bastante. A certa altura do filme o chefe da prisão sabe que este homem está inocente e decide impedir a sua libertação. No fim do filme reparamos que o homem condenado, 20 anos após a sua prisão, tinha fugido. Ele durante 19 anos escavou um buraco na sua cela, trazendo a terra nos bolsos para o pátio até que conseguiu atingir a canalização da prisão. Uma vez cá fora, a personagem fictícia que ele tinha criado era ele próprio, o que lhe permitiu ficar com o dinheiro que o chefe da prisão adquirira ilicitamente.
     Ao longo de 19 anos este homem teve a perseverança de escavar um túnel, com toda a paciência do mundo sabendo que no fim era a liberdade que iria atingir. O processo foi penoso, com muitos riscos, mas sem dúvida o “O fim das coisas é melhor que o seu início”. O mais interessante foi que os guardas da prisão nunca descobriram em várias rusgas a picareta com que este homem escavou o buraco. Ele escondeu esta picareta na Bíblia. É lá que se encontrava a salvação dele, quer para a liberdade da prisão, quer para a salvação espiritual.
     É também na Bíblia que temos a nossa salvação e motivação para sermos fortes e perseverantes ao longo na nossa carreira cristã.