UMA RELIGIÃO?




IGREJA EVANGÉLICA DA MADALENA

A Igreja Evangélica da Madalena, está na Freguesia da Madalena, Concelho de Vila Nova de Gaia, desde o ano de 1957.



E não, não somos uma Religião. Embora sejamos conhecidos por “protestantes, “ ou "evangélicos" (por crer-mos e anunciar-mos o evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo), congregando-nos em Assembleia ou Congregação em local conhecido por “Sala de Culto,” ou "Casa de Oração", tais designações são meramente indicadoras.

Na verdade, embora nos chamem de “protestantes, “ ou "evangélicos”, rejeitamos que tal nos seja imputado como classificação religiosa ou denominacional.

Lemos na Bíblia que os cristãos, no século I, estavam juntos (Actos 2:41-47) e naquele tempo não haviam denominações, nem havia necessidade delas, pois todos estavam juntos. Em cada localidade, eram conhecidos por discípulos, santos, irmãos ou cristãos, precisamente porque procuravam estar em comunhão e reuniam-se regularmente. A única distinção entre as Igrejas do I século era unicamente geográfica. Lemos na Bíblia, por exemplo, da Igreja de Deus que "estava em Corinto" (I Cor. 1:2), "dos tessalonicenses" (da cidade de Tessalónica, I Tess. 1:1) e ainda de outras "igrejas" (congregações locais), que eram conhecidas pelo nome da localidade em que estavam implantadas (exemplo: as sete igrejas do Apocalipse, capítulos 2 e 3).

Por esta razão desaprovamos uma denominação para nos distinguir de outros cristãos. Cremos que o modelo bíblico é o válido. Aceitar uma denominação é um desvio daquele modelo. Somos, portanto, de acordo com o preceito bíblico, irmãos unidos na fé e no testemunho do Senhor Jesus Cristo, tendo por única regra de fé e de prática, a Bíblia Sagrada, rejeitando a existência de quaisquer ordenações clericais humanas que, ao abrigo da tradição ou de preceitos humanos, tenham autoridade para interferir na fé que uma vez foi dada aos que creem, pelo Senhor Jesus Cristo, pelos apóstolos e pela Palavra de Deus.
Como cristãos, filhos de Deus, somos todos iguais perante o nosso Senhor Jesus Cristo, segundo a Bíblia Sagrada, cujos preceitos devem ser observados, não como um ritual ou uma obrigação vinculativa, mas na alegria de servir ao SENHOR, praticando e anunciando o Evangelho.